Plataformas se organizam e investem em mudanças para humanizar mais suas redes para 2020

Hoje não existe mais um negócio bem sucedido que não esteja nas redes sociais, especialistas falam que o mercado fará uma grande diferença em quem está na internet daquelas empresas que relutam para não investir nas mesmas. Com as mudanças de likes, automações sendo banidas, o que podemos esperar para 2020 nas redes sociais e plataformas mais utilizadas, segundo especialista Glêbson Santos são inovações que vão beneficiar conteúdos e deixá-las mais humanizadas para os usuários, mais recursos para vendas e muito mais acessível a todos.

Neste último fim de semana, o Google lançou sua atualização nos Estados Unidos com a versão Google Bert, sigla para Bidirectional Encoder Representations from Transformers, seu novo algoritmo de pesquisa. Em resumo, BERT vai ajudar a entender as pesquisas de uma forma mais parecida com os humanos. Sua maior mudança nos últimos cinco anos. No comunicado de lançamento, o VP de Pesquisa do Google, Pandu Nayaka, afirma que aprendizados iniciais do BERT em inglês serão utilizados em outras línguas. O português é citado, como uma das que se beneficiará com isso, principalmente em se tratando de featured snippets, apenas as pesquisas em inglês é que verão mudanças no ranqueamento das respostas neste momento. No entanto, a data ainda não foi definida, apenas que acontecerá em 2020. De acordo com Glêbson Santos, especializado em plataformas e mídias digitais, este novo algoritmo vai facilitar as pesquisas e ajudar a quem vive de blogs ranqueá-los porque o sistema não mais fará uma pesquisa por palavras, mas sim por contexto. “Aguardei por muitos anos esta mudança, pois chega de entrar em sites que não tem a ver com a pesquisa que você fez. Os modelos gerados na pesquisa poderão interpretar o contexto completo de palavras pesquisadas, usando todos os termos. Isso é particularmente útil para entender a intenção por trás da pesquisa. E o SEO e RANKPAGE? Vai melhorar com o BERT e os analistas vão precisar estudar como trabalhar com este novo conceito de busca e otimização dos sites.”, explica Glêbson.

Quando essas mudanças acontecem é para fazer o usuário permanecer mais na internet, teremos para 2020, no Facebook que mudou o algoritmo desenvolveu uma plataforma para automatizar as publicações, estúdio de criação, que possibilita o agendamento de postagem no Facebook e nas contas interligadas ao Instagram, o que facilita muito usuário que tem as duas contas comerciais, não tendo mais a necessidade de se contratar empresas que faziam essas automações. O investimento maior do Facebook está sendo em facilitar a vida de novos e pequenos negócios, com uma plataforma totalmente voltada com cursos online e alguns presenciais para quem deseja viver da internet e principalmente, queiram vender dentro do Facebook, isso porque a plataforma mantém um histórico pessoal da interação de seus usuários com publicações de páginas ou amigos e, com isso, o algoritmo da rede social consegue prever o que cada um quer ver no feed baseado nessas interações com páginas e amigos. Com novas mudanças cada campanha que será criada dará o retorno cada vez mais desejado por possuir informações precisas do usuário. Há uma preocupação em banir cada vez mais os “fakenews”, principalmente em época de eleições, irá começar na campanha nos Estados Unidos, de acordo com Glêbson há estudos americanos que acreditam no boicote da plataforma para a imprensa nesse tipo de interferência ao reprimir o conteúdo jornalístico, devemos aguardar essas modificações.

Outra novidade que está em teste nos Estados Unidos, são as mudanças no marketplace, em que alguns produtos podem ser visualizados em 3D sem óculos, para possibilitar aos usuários a sensação de estar com aquele produto, isso vai revolucionar o mercado para alguns produtos e de acordo com o especialista a novidade fará aumentar o consumo e engajamento na plataforma e completa: o Facebook precisa se reinventar e oferecer oportunidades para que os usuários fiquem, tê-lo mais próximo, imagina assistir um vídeo em 3D sem precisar de óculos no seu feed? E ver como fica com uma roupa ou boné, sem precisar ir a uma loja física. “Isso já é realidade, está em teste e chegará por aqui no próximo ano”, enfatiza.

As mudanças não param: “ Agora, pense em comprar um curso qualquer no Facebook de algum produto qualquer e dentro da própria plataforma e fazer o curso? Pois é, ano que vem promete, há estudo sobre o tema e uma oportunidade para o Facebook e ainda cobrar pelo espaço das empresas e produtores de conteúdo de ensino a distância, mais uma mudança que vem chegando ”, afirma o especialista.

O declínio orgânico do Instagram será inevitável e já está acontecendo a cada alteração do algoritmo. A ideia é faturar das empresas que desejam ter espaço no Instagram vom novidades: “vem um IGTV reformulado para competir com o Youtube e SnapChat, criando a oportunidade de séries e vida longa aos vídeos mais longos nesta plataforma. Uma outra novidade que vai surgir, é criar uma promoção da live do Instagram ao vivo com seu amigo famoso compartilhando a promoção nas duas redes para que compareçam mais pessoas nas lives”.

Segundo Glêbson, a integração das lojas do Instagram são feitas através da aplicação Shopify e depende de alguns fatores para que funcionem a contento. Uma tendência é que o Instagram faça todo o papel sem depender de outra solução para isto. Outro recurso, é a disponibilidade de produzir vídeos curtos como no Tik Tok dentro da plataforma, visando os jovens. Outra coisa programada para o próximo ano, é limitar perfis que vendem dietas de emagrecimento e os perfis infantis. Este ano, os robôs estão sendo cassados, o que tem feito empresas fecharem neste segmento de automação. O Instagram quer perfis reais para que possa investir em uma tecnologia que favorecerá o usuário.

E o Twitter? Vai bem obrigado…Esta rede social continuará oferecendo a oportunidade de as marcas alcançar muitas pessoas de forma mais econômica. Vai priorizar o social mesmo sendo uma das redes mais baratas para se anunciar.

De acordo com Glêbson Santos, o Whatsapp e Telegram também passarão por algumas alterações para atender a demanda dos grupos de conteúdo, sendo que o Telegram, o qual tem tendência de crescimento maior, segundo ele, por ter a oportunidade de ter grupos com número ilimitado de pessoas e está sendo muito utilizado por profissionais do marketing digital.

Fonte: Assessoria

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