Coronavírus? A natureza agradece

Desde quando começou o isolamento social nas grandes cidades, em virtude da pandemia do novo coronavírus, uma mudança substancial tem sido vista na natureza. Em São Paulo, por exemplo, o nível de poluição alcança um índice nunca visto por muitos paulistanos.

A falta — ou a drástica redução — da circulação de pessoas tem contribuído para a melhora da qualidade do ar, também, no Rio de Janeiro, mas não se restringe a esses dois centros urbanos. É fato que o isolamento social reduziu o lançamento de gases poluentes na atmosfera. Tudo isso devido ao fechamento de serviços, cancelamento de voos e menor movimento de carros nas ruas.

Na Itália e na China o lançamento de poluentes na natureza também foi reduzido sobremaneira. Com isso, paisagens antes desconhecidas ou esquecidas são novamente reveladas. Cidades indianas, por exemplo, puderam voltar a ver, sem qualquer esforço, belas montanhas que estavam, há anos, escondidas devido à poluição.

Borboletas são encontradas em maior quantidade em Maceió

O ar está mais limpo e fácil de respirar. Também é possível observar uma quantidade muito maior de pequenos animais. Recentemente, o Instituto do Meio Ambiente, o IMA, até divulgou uma matéria em que aborda essa constatação.

Como ouvimos desde o tempo de nossos avós: não há um mal que não traga um bem. Enquanto a humanidade precisa se melhorar, a natureza já se recompõe. E agradece!

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