22 de junho de 2022

Live da Seduc orienta sobre métodos de aprendizado para estudantes com deficiência visual

Em Maceió, o Centro Ciro Accioly é especializado na educação especializada. Valdir Rocha

A escola tem como princípio que todos alunos consigam aprender todos conteúdos passados em sala de aula, independente de qualquer dificuldade ou diferença que possam ter. Pensando nisso, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) de Alagoas, promoveu uma live, por meio da Supervisão da Educação Especial, que visa criar estratégias e métodos para assegurar uma qualidade de educação para todos.

O encontro, realizado nessa terça-feira (21), contou com a participação de Jedalva Santos, Supervisora da Educação Especial, Gilmara Farias, tradutora e intérprete de libras e o professor Delberto de Souza Santana, bacharel em interpretação teatral, especialista em Arte Educação e Área da Deficiência Visual.

Segundo o professor Dalberto, o estímulo precoce é a base para que a escola possa desenvolver um aprendizado mais eficaz para o aluno. “A instituição é quem direciona o melhor caminho para que esse aluno consiga ser capaz de aprender os conteúdos com mais facilidade. Os pais também são muito importantes para o desenvolvimento do aluno. É através do uso dos sentidos remanescentes, como tato, audição, olfato e paladar, é que o adolescente pode aprender os conteúdos mais rápido e consequentemente, ajudar no seu dia a dia em casa”, explica.

TREINAMENTO DOS PROFISSIONAIS

O estabelecimento de ensino deve estar preparado para receber todos os alunos. Os professores são extremamente importantes para o desenvolvimento dos alunos e, quando em suas aulas, utilizarem materiais audiovisuais, devem sempre contar com materiais de suporte e professores treinados para desenvolvê-los ao máximo, contemplando sempre os alunos com deficiência visual.

Em Maceió, o Governo de Alagoas, por meio da Seduc, conta com o Centro de Atendimento Educacional Especializado para Pessoas com Deficiência Visual Ciro Accioly. A instituição oferece oito serviços, dentre eles estão: aulas de escrita e leitura braille, reeducação visual (baixa visão), informática acessível, produção de livros e textos em braille, sala de recursos tipo II, musicoterapia braille e outros.

Rodrigo Silva, sob supervisão /Ascom Seduc

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