23 de junho de 2022

Empresas alagoanas começam a exportar produtos para os Estados Unidos através da plataforma Amazon

A possibilidade de vendas de exportação para empresas brasileiras tem crescido cada vez mais. Algo que sempre foi visto como difícil de atingir, hoje consegue ser mais palpável através do processo de internacionalização de negócios.

Uma das especialistas neste nicho de vendas, a Câmara de Negócios Internacionais de Alagoas (CNIA) possui hoje 40 empresas afiliadas e para esse processo de exportação ao qual um importador dos Estados Unidos foi conquistado, seis empresas foram selecionadas, sendo quatro de Alagoas, uma da Bahia e uma do Rio de Janeiro.

O presidente da Câmara de Negócios Luizandré Barreto ressalta que esta é mais uma possibilidade de internacionalização de vendas que está sendo incentivada através do programa E-COMEX DO BRASIL. “O objetivo é ajudar a empresa em todos os processos, desde a formatação do preço, descobrir o importador no mercado externo, e principalmente fazer com que a empresa exporte sua primeira carga e receba antecipado seu recurso”, em sua conta no Brasil.

Entre as empresas alagoanas que estão nesse processo, a Beeva é uma delas. Especializada na venda de mel, própolis, pólen e suplementos, a instituição é uma das afiliadas da Câmara de Negócios Internacionais de Alagoasque está no processo de exportação para solo americano. A responsável pela empresa Dany Nutels explicou que neste primeiro momento foi enviado os produtos de amostra, um primeiro passo para a exportação efetiva. No entanto, os efeitos dessa decisão já começam a se destacar no cenário local. Além disso, a Câmara ajudou a empresa a fazer sua primeira exportação para a China, colocando a Beeva em um comércio digital no país.

“A internacionalização de produtos apícolas fracionados é um desafio alcançado através dos investimentos realizados em P, D & I que refletem na preservação da denominação de origem, valorização e diversificação dos produtos. A exportação é o caminho natural para que a Beeva se mantenha competitiva, gere ganhos de escala produtiva, aperfeiçoe seus procedimentos e alcance seu propósito de salvar a Caatinga através da apicultura sustentável”, comenta Dany

Fonte: Assessoria

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