23 de junho de 2022

Chegada do inverno pede reforço nos hábitos de prevenção para fortalecimento da saúde

Especialista alerta sobre cuidados a serem adotados no inverno. Thallysson Alves/ Sesau

As mudanças bruscas na temperatura do inverno alagoano criam condições ideais para o surgimento de doenças, principalmente as respiratórias, como alergias, gripes, sinusite, bronquite e resfriados.  Sendo assim, a infectologista Angélica Novaes, do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, recomenda o reforço nos cuidados preventivos para preservar a própria qualidade de vida.

“As Unidades de Pronto Atendimento, neste período, atendem muitas pessoas com gripe e resfriado; crises de rinite, sinusite e asma; otite; bronquite; e até pneumonia. Isso acontece devido a nossa exposição à chuva, ao frio sem proteção, à má alimentação, à automedicação, ao desuso da máscara, higiene inadequada e permanência em locais fechados com aglomeração de pessoas”, pontuou a especialista.

Contudo, a médica defende como primordial o reforço na prevenção, privilegiando a hidratação, os ambientes arejados, a adoção de uma dieta saudável, a prática de atividade física, o uso da máscara, a higienização das mãos, a não exposição à chuva, o uso de roupas que protejam o corpo, além da vacinação. Também é importante observar a balneabilidade de praias, rios, lagoas e lagos.

“Sabe-se que toda a água da chuva é escoada para o mar, passando pelas ruas, rios, lagos, lagoas e lagunas. Com elas, também podem conter agentes extremamente nocivos à nossa saúde, os quais podem causar amebíase, giardíase, gastroenterite, febre tifóide e paratifóide, hepatite infecciosa (Hepatite A e E), leptospirose e cólera. Por isso, é importante se manter longe e só consumir água devidamente tratada”, orientou a infectologista.

A vacinação também é uma importante estratégia para o fortalecimento do sistema imunológico. Desse modo, é importante que todos mantenham os imunizantes em dia, incluindo as doses contra Influenza e Covid-19. Para os menores de seis anos e maiores de 60 anos de idade, também pode ser aplicada a vacina pneumocócica conjugada 13-valente, desde que prescrita por um médico.

Thallysson Alves/ Sesau

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