12 de novembro de 2020

Reflorestamento faz parte das ações desenvolvidas no Sesc Guaxuma

 

Unidade, localizada no Litoral Norte da capital, possui 35 hectares de Mata Atlântica na região que cresce no setor imobiliário

A cada ano aumentam os alertas para as consequências do aquecimento global e os prejuízos da urbanização desordenada a partir do desmatamento. O ano de 2020 foi marcado por grandes incêndios florestais em vários países, inclusive no Brasil. A questão ambiental integra a pauta de prioridades do Sesc. Desde 2018, a instituição desenvolve ações intensificadas de reflorestamento, no Sesc Guaxuma, que dispõe de uma área de 35,7 hectares de Mata Atlântica, próxima a uma área que tem crescido no segmento imobiliário.

Em paralelo as ações de reflorestamento, o Sesc conscientiza a comunidade por meio de projetos já existentes, a exemplo do “Jogando e Aprendendo a Viver”, com crianças e adolescentes, e “Conversando Sobre Saúde”, com mulheres. Ambos os projetos são realizados com moradores do Litoral Norte de Maceió. Roda de conversas, oficinas com materiais reciclados, viagens e passeios para Áreas de Proteção Ambiental (APA’s) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN´s), trilhas ecológicas, plantio de mudas e palestras com biólogos e profissionais da área; refletem o empenho do Sesc em preservar o meio ambiente adotando a conscientização e apostando no comportamento das gerações futuras ao tratar a situação como uma questão cultural.

A Unidade Guaxuma tem uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que faz parte das medidas de responsabilidade ambiental. A ETE é capaz de realizar o processamento dos efluentes sanitários, coleta, tratamento e destinação. O resíduo tratado é utilizado para lavagem de calçadas, recuperar áreas degradadas e regar grama, hortas e hortaliças.

O gerente da Unidade Sesc Guaxuma, Apolinário Júnior, entende que a população que vive ao redor da área de reflorestamento é a principal aliada para a preservação da Mata Atlântica. “Considerando a recente expansão imobiliária na região norte de Maceió, a área protegida pelo Sesc passa a ser, cada vez mais, um refúgio para espécies de animais e vegetais. Só com auxílio da comunidade poderemos garantir uma maior estabilidade do terreno”, afirma Apolinário.

 

Ascom Sesc/AL

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