18 de novembro de 2020

MP Eleitoral divulga nota a respeito das eleições em Marechal Deodoro

O Ministério Público Eleitoral da 26ª Zona – Marechal Deodoro, vem a público esclarecer que todo o processo relativo ao pleito ocorrido naquele município, no último dia 15, transcorreu dentro da legalidade, não restando incabíveis quaisquer questionamentos a respeito da lisura das eleições.

A promotora eleitoral Amélia Adriana de Carvalho Campelo, que representou o Ministério Púbico Eleitoral em Marechal Deodoro, reforça que a apuração e a divulgação do resultado obtido nas urnas se deu em estrita observância a todos os regramentos legais, tendo sido acompanhado pelos corpos jurídicos dos dois candidatos que disputaram o cargo de prefeito da cidade e, em razão disso, não há questionamentos a serem feitos, uma vez que todos os procedimentos foram submetidos aos representantes das coligações que, enquanto durou o processo, não fizeram quaisquer indagações sobre o pleito.

O MPE eleitoral pede, inclusive, que os advogados do candidato que perdeu a eleição ratifiquem publicamente que o resultado das urnas é legítimo e que eles informem à população sobre essa legalidade, uma vez que uma parcela de moradores de algumas localidades está sendo incitada a questionar o processo democrático que elegeu o prefeito de Marechal Deodoro.

A promotora eleitoral destaca ainda que a demora no resultado não se deu por suspeitas de fraudes e, sim, em razão da concentração das informações por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reuniu a apuração de todos os municípios brasileiros. E, para além disso, houve problema na extração das mídias de 22 urnas, que tiveram que ser retiradas no cartório eleitoral da cidade – mas sempre sob o crivo dos representantes das coligações -, o que acabou por atrasar um pouco mais o envio de dados ao TSE.

Por fim, o Ministério Público Eleitoral informa que, a quem interessar, os boletins de urna podem ser disponibilizados para conferência, como forma de reafirmar que todo o processo eleitoral aconteceu dentro das normas legais, respeitando a vontade soberana do povo e que, se necessário, ele adotará as providências legais contra alegações caluniosas.

Ascom MPE/AL

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