27 de junho de 2020

Maceió Inclusiva avança na implementação de novas ações e parcerias

Projeto beneficia a cadeia produtiva do sururu em Maceió

O Comitê Gestor do Maceió Inclusiva Através da Economia Circular realizou, na tarde desta sexta-feira (26), uma reunião virtual para discutir o monitoramento das ações em andamento e adequações importantes para o avanço do projeto. A reunião ocorre em um momento importante e estratégico, uma vez que já existem produtos desenhados a partir dos resíduos da cadeia produtiva do sururu, e parceiros interessados em adquirir esses resíduos como insumos de suas próprias cadeias produtivas.

Em fase avançada de implementação e desenvolvimento, o Maceió Inclusiva Através da Economia Circular agora se prepara para alcançar novas etapas. De acordo com o titular da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), Jair Galvão, por meio de um ampliação do diálogo com as diversas cadeias produtivas que se interessaram em utilizar os resíduos do sururu como matéria prima, o projeto tem buscado alcançar novos parceiros, tendo em vista a expansão de ações de aproveitamento da casca do molusco.

“Na reunião debatemos a implantação dessa cadeia da economia circular que busca justamente fazer com que os beneficiários enxerguem valor na organização, coleta e depósito organizado da casca do sururu. Dessa maneira ele poderá se favorecer financeiramente com esse processo, aumentando as possibilidades de renda, e ao mesmo tempo transformando o que era um problema ambiental e de descarte em Maceió, em uma cadeia de valor que gera benefícios”, pontuou o gestor

Reunião virtual contou com representantes da Prefeitura de Maceió e parceiros do projeto

Entre as pautas estavam a avaliação de resultados, execução das atividades, análise de indicadores e definição dos próximos passos para a continuidade dos trabalhos. Uma oportunidade para nivelar as informações e acompanhar o andamento das iniciativas programadas, além de somar esforços em busca de avanços nas articulações que podem fortalecer o projeto, por exemplo, por meio da consolidação de um comitê gestor local, formado por lideranças comunitárias, ongs e cooperativas de pescadores e marisqueiras.

O projeto conta com a participação da Prefeitura de Maceió, por meio da Semtel, Superintendência de Desenvolvimento Sustentável (Sudes) e Secretaria Municipal de Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes), além da parceria com o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (Iabs), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Sebrae, Braskem, Universidade Politécnica de Madrid e o apoio do Instituto Desenvolve e do projeto social Manda Ver.

O projeto de Cobogó feito com cascas de sururu liderado pelo artesão Itamácio dos Santos. Foto: Divulgação

Maceió Mais Inclusiva

O Maceió Inclusiva Através da Economia Circular visa transformar, ordenar e estruturar a atividade pesqueira no Jaraguá e na Lagoa Mundaú – as cadeias produtivas mais tradicionais da economia local, que serão transformadas por meio da economia circular. A ideia é qualificar a cadeia do sururu e investir na exportação nacional e internacional do produto, ao mesmo tempo em que promove a melhoria das condições de trabalho e da qualidade de vida da população por meio da sustentabilidade.

Ascom Semtel

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