7 de fevereiro de 2020

CPLA aposta em melhoramento genético para crescimento da produção

O melhoramento genético e a elevação da qualidade no rebanho dos produtores da bacia leiteira alagoana são assuntos que estão sempre em destaque nas pautas de ação da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA). A novidade deste ano está sendo a continuidade na parceria da cooperativa com o Sebrae no desenvolvimento do programa de ‘Fertilização In Vitro (FIV)’ para rebanhos.

“A visão do projeto é o melhoramento da qualidade genética do rebanho dos produtores. No caso da CPLA, iremos proporcionar uma alternativa de fortalecer ainda mais a produção e a qualidade do material genético no campo dos agricultores da região, além de produzir animais com alta performance de produção”, pontua o zootecnista da cooperativa, Davi Francisco.

Durante esta semana, alguns produtores de leite alagoanos passaram pelo processo de cadastramento, garantindo a participação no projeto. “Estamos trabalhando com um programa considerado de fácil acesso, com um custo barato e com a garantia de bons benefícios. Associações como de Pau de Ferro dos Pereiras, em Batalha, de Lagoa Queimada e Rua Nova, em Quebrangulo e a APROLMAVE, em Mar Vermelho, já sinalizaram o interesse em participar do projeto e isso é só o começo”, assegura Francisco.

Muitos são os benefícios que a inserção do programa traz para os rebanhos leiteiros, como a aceleração do ganho genético do rebanho, o ágil melhoramento genético, a possibilidade de que muitos embriões sejam produzidos a partir de uma doadora geneticamente superior e a maior produtividade de leite, gerando da renda com a atividade.

Nesta fase do projeto, a empresa responsável pelos procedimentos técnicos no campo é a ABS Brasil. O programa é dividido em cinco etapas, que vai do cadastramento dos produtores ao acompanhamento da gestação dos animais. “Primeiro é desenvolvido o alinhamento da proposta, definindo todo o escopo do projeto com as principais ações, tanto da empresa que está encabeçando as funções técnicas, como para os agricultores. Após isso, começa a seleção das vacas doadores e/ou receptoras que estarão aptas para o processo. A partir disso, são realizadas as fases de seleção genética e maturação in vitro para que, em seguida, aconteça a implantação dos embriões no estágio adequado. Por fim, é realizado o diagnóstico de gestação”, explica o zootecnista.

BCCOM Comunicação

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