7 de junho de 2019

Cibele Moura enaltece atuação da alagoana Marta para crescimento do futebol feminino mundial

Parlamentar lembrou que esta será a Copa mais importante do futebol feminino e disse que, sem interferência do Estado, modalidade avança

A deputada estadual Cibele Moura (PSDB) lembrou, nesta quinta-feira (6), durante sessão na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), a abertura da Copa Feminina de Futebol, que ocorre nesta sexta, na França. Da tribuna da Casa, a parlamentar destacou a importância e o papel da alagoana Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, para o crescimento do futebol feminino no mundial. “Uma alagoana notável”, afirmou.

“O Brasil vai jogar domingo contra a Jamaica e a gente vai poder ver pela última vez, jogadoras como a Marta, Cristiane, Formiga jogando juntas pela Seleção Feminina. Essa é, sem dúvida, a competição mais importante no futebol feminino internacional, a Copa que mais vendeu ingressos”, disse Cibele.

A deputada lembrou ainda que pela primeira vez o mundial será transmitido ao vivo em canal aberto de televisão e disse que isso tudo ocorre sem interferência do Estado. “Isso tudo está acontecendo porque o mercado e a população estão percebendo que o futebol feminino é importante e que a mulher pode ocupar o espaço que quiser”, afirmou.

Defensora do liberalismo, Cibele, disse ainda que a partir do momento que a TV Globo transmitir o futebol feminino, mais investidores surgirão. “Tendo mais investidor é porque tem mais público, tendo mais público a gente vai ter mais transmissões, mais gente falando, mais mulheres jogando”.

Ela reafirmou a importância de Marta em todas essas conquistas. “Essa Casa não poderia deixar de fazer essa homenagem à nossa rainha Marta, eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, cinco delas consecutivas. Marta veio lá de Dois Riachos, torcedora do azulão, começou sua carreira pelo Vasco. Sofreu muito para chegar onde está, mas chegou e hoje muitas meninas se espelham na história da sertaneja Marta. São esses exemplos que a gente tem que dá”, ela disse, ao lembrar que durante a ditadura militar a mulher foi proibida por lei de jogar futebol.

Niviane Rodrigues/Assessoria

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