13 de março de 2016

Estudantes de Limoeiro aderam à campanha “Infância sem Preconceito”

Foi realizada nesta sexta-feira (11), em Limoeiro de Anadia, a campanha “Infância sem Preconceito”, que teve como objetivo alertar a população sobre a importância de se incentivar um comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade. Dezenas de alunos da Escola de Educação Básica Nossa Senhora da Conceição e outras escolas do município confeccionaram cartazes e saíram as ruas, todos caracterizados fisicamente, representando as mais diversas etnias e religiões. O objetivo da manifestação pública foi mostrar para a sociedade que os mais diversos tipos de discriminação que ainda persistem no cotidiano das crianças devem ser extintos. De acordo com Edilson Honório da Silva, diretor da Escola Nossa Senhora da Conceição, cada aluno participante daquele movimento atua como multiplicador do tema. “Essa campanha é extremamente importante para que os alunos melhorem sua convivência na escola e em casa. Aproveito para agradecer o apoio que estamos recebendo do prefeito Marlan Ferreira, do secretário de Educação, Maciel Oliveira, da articuladora do Selo em Limoeiro, Glauciane Veiga e toda equipe engajada”, frisou. A campanha, que conta com o engajamento de toda a rede municipal de ensino, é mais uma etapa rumo ao selo Unicef, que convida a sociedade para incentivar um comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade. Os estudantes também deram suas opiniões sobre o racismo. Um deles foi Felipe da Silva Santos, aluno do 9º ano, integrante e orador do NUCA, que pediu reflexão da sociedade com relação ao preconceito. “Deus não criou raças, Deus criou vidas. É preciso que as pessoas reflitam mais sobre o preconceito, pois já presenciei diversas atitudes preconceituosas, inclusive com meus amigos. Espero, de verdade, que a nossa comunidade reflita mais sobre as suas atitudes e os jovens como eu tenham cada vez mais espaços de oportunidade, assim como é o NUCA, para que possamos interagir e contribuir com a sociedade de foma mais expressiva”, finalizou o estudante.

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